Existe bissexualidade sim, existe e não vou negar velar, esconder, disfarçar!
LGBT agrega em teoria a letra B= bissexualidade, pode até parecer bonito e apresentável, mas convenhamos e a prática do reconhecimento específico?
A Bissexualidade causa “estranhamento”, algo como um fio para definição lésbica ou hetero, situação essa um tanto desconfortável para a personagem do estranhamento. Argumentos do tipo: “Ahmm, você é tão sapatão, não acredito que é bi; Mas fala a verdade, você prefere mulheres, não é? Queria ser bissexual para ter a liberdade de ficar com homem e mulher!” só fazem da bissexualidade mais um parquinho de brinquedos da sociedade lgbtfóbica, machista e patriarcal. Elaborar pensamentos e falas acerca das diversas sexualidades apresentadas é o nosso desafio enquanto pessoas em resistência e não somente reproduzir discursos que ao invés de alimentar em harmonia e agregar em lutas dentro dessa sigla LGBT torna mais um espaço de punição sobre aquela que não segue as regras.
E quem disse que não há bissexualidade? Foi a sua “saída da caixa”? Seu processo de reconhecimento lésbico, gay, trans que perpassou a bissexualidade? Eu não passei estou aqui! Sou bi à medida que desejo homem e à medida que desejo mulher.
Os tais estados avançados no quais todos chegaram (saída da caixa) não necessariamente está entre ESTAR bi para SER lésbica. Desconstruir é tão sofrido pra você quanto pra mim. Há sempre um fetiche a cerca da minha sexualidade, muitas violências são geradas por parte daquele que achou o máximo e ainda apresentou a namorada dele pra mim com a idéia de que ficaríamos os três saudavelmente juntos em corpos (nojo).
Assumir a minha bissexualidade é dar margem a uma sociedade carregada em vícios eróticos machistas. Normalmente somos reconhecidas como as perigosas indecisas capazes de ficar com qualquer um/a. Há estigma e uma super erotização sobre o corpo bi e suas possibilidades.
Não é simples assim!
Existe bissexualidade sim, existe e não vou negar velar, esconder, disfarçar! Estranho é pra quem passou (já que dizem: o tal gênero não definido) e não se sentiu bem, porém existe ainda uma infinidade de pessoas com as mais distintas experiências que compartilham da bissexualidade. Não preciso afirmar uma identificação de gênero a fim de descer por sua goela a baixo! Preciso sim, firmar minha sexualidade para minha visibilidade e meu reconhecimento BI.
A Bissexualidade causa “estranhamento”, algo como um fio para definição lésbica ou hetero, situação essa um tanto desconfortável para a personagem do estranhamento. Argumentos do tipo: “Ahmm, você é tão sapatão, não acredito que é bi; Mas fala a verdade, você prefere mulheres, não é? Queria ser bissexual para ter a liberdade de ficar com homem e mulher!” só fazem da bissexualidade mais um parquinho de brinquedos da sociedade lgbtfóbica, machista e patriarcal. Elaborar pensamentos e falas acerca das diversas sexualidades apresentadas é o nosso desafio enquanto pessoas em resistência e não somente reproduzir discursos que ao invés de alimentar em harmonia e agregar em lutas dentro dessa sigla LGBT torna mais um espaço de punição sobre aquela que não segue as regras.
E quem disse que não há bissexualidade? Foi a sua “saída da caixa”? Seu processo de reconhecimento lésbico, gay, trans que perpassou a bissexualidade? Eu não passei estou aqui! Sou bi à medida que desejo homem e à medida que desejo mulher.
Os tais estados avançados no quais todos chegaram (saída da caixa) não necessariamente está entre ESTAR bi para SER lésbica. Desconstruir é tão sofrido pra você quanto pra mim. Há sempre um fetiche a cerca da minha sexualidade, muitas violências são geradas por parte daquele que achou o máximo e ainda apresentou a namorada dele pra mim com a idéia de que ficaríamos os três saudavelmente juntos em corpos (nojo).
Assumir a minha bissexualidade é dar margem a uma sociedade carregada em vícios eróticos machistas. Normalmente somos reconhecidas como as perigosas indecisas capazes de ficar com qualquer um/a. Há estigma e uma super erotização sobre o corpo bi e suas possibilidades.
Não é simples assim!
Existe bissexualidade sim, existe e não vou negar velar, esconder, disfarçar! Estranho é pra quem passou (já que dizem: o tal gênero não definido) e não se sentiu bem, porém existe ainda uma infinidade de pessoas com as mais distintas experiências que compartilham da bissexualidade. Não preciso afirmar uma identificação de gênero a fim de descer por sua goela a baixo! Preciso sim, firmar minha sexualidade para minha visibilidade e meu reconhecimento BI.

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